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INTRODUÇÃO

 

Finais de ano sempre mexem com as pessoas… Olhar pra trás, avaliar a vida , o que fizemos ou deixamos de fazer, com quem estivemos, como investimos nosso tempo, nossos recursos, como administramos nossa casa, nosso trabalho, ministério… Certamente todos tempos motivos para comemorar, mas também para chorar… Todos tivemos conquistas e alegrias, mas também tivemos tristezas, fracassos, arrependimentos… Todos pecamos e falhamos conosco mesmos, com Deus, com nossa família, com pessoas que amamos e talvez nem todos confessamos….

 

Acredito em um Deus que faz novas todas as coisas… Ele nos dá o anoitecer e o amanhecer, o fim de um dia e o começo de outro. Ele conhece nossa estrutura, é o nosso criador, sabia que o ser humano precisaria de “recomeços”, de “novas chances”, de “novas oportunidades”….

 

Assim um mês termina pra outro começar, um ano se vai, para um novo iniciar… Mas comemorar o que já foi não garante que o próximo será diferente, não garante que as derrotas serão esquecidas, que as dores serão amenizadas, nem que relacionamentos quebrados serão restaurados….

 

Quantas vezes ficamos ansiosos para que um ano terminasse na expectativa de que tudo fosse diferente quando o outro entrasse? É como se o fim de um ano liberasse sobre nós uma esperança, uma expectativa, um poder para deixar algumas coisas pra trás… Mas nem sempre é assim… Porque quando dia 01 de janeiro começar não haverá mágica, não haverá transformação instantânea, algumas coisas não desaparecerão… Haverão sim muitos foguetes, muito barulho e muitos corações desejosos por um novo começo, desejosos por novas conquistas, por novas “chances”, novas oportunidades, por novidade de vida!

 

Mas como então podemos realmente ser livres para dar novos passos, para recomeçar um ano e deixar as coisas velhas pra trás, vencer os obstáculos anteriores e avançar para essa “novidade que tanto buscamos”?

 

Existe uma palavra chave nesse processo: PERDÃO

 

O Perdão é muito amplo, toca várias facetas da nossa vida.  Envolve nossa vida com Deus, conosco mesmo e com as pessoas que fazem e já fizeram parte da nossa história! O perdão nos liberta ou a falta dele nos amarra…

O perdão nós dá asas para voar mais alto e prosseguir mais rápido ou sua falta se torna um peso a ser carregado por todo nosso caminho…

 

1 – DEUS NOS PERDOA:

 

 “Está é a mensagem que dele ouvimos e transmitimos a vocês: Deus é luz; nele não há trevas alguma. Se afirmamos que temos comunhão com Ele, mas andamos nas trevas, mentimos e não praticamos a verdade. Se porém, andarmos na luz, como Ele está na luz, temos comunhão uns com os outros e o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado.

Se afirmamos que estamos sem pecado, enganamos a nós mesmos, e a sua verdade não está em nós. Se confessarmos nossos pecados, Ele é fiel e justo para perdoar os nossos pecados e nos purificar de toda a injustiça. Se afirmamos que não temos cometido pecado, fazemos de Deus um mentiroso, e a sua Palavra não está em nós.” (I Jo.1:5-9)

 

Esses versículos deixam algumas verdades fundamentais para nossa vida:

 

  • Não existe comunhão entre Deus e o pecado, trevas e luz não andam juntos.

 

  • Se nós afirmamos que nos relacionamos com Deus, mas permanecemos no pecado estamos mentindo a nós mesmos e aos outros.

 

  • Mas se nós andarmos na luz (isso significa trazer a verdade de Deus a nossa vida, seu senhorio, seus princípios e seus valores), então nós teremos um bom relacionamento com os outros e também seremos limpos por Jesus de todos os nossos pecados.

 

  • Mesmo decidindo andar na luz, haverá momentos onde iremos pecar, então: Se nos confessarmos, receberemos perdão.

 

Confissão:  A Confissão está ligada ao arrependimento, a abandonar o pecado, a decisão de tomar um novo rumo.

 

 “O que encobre as suas transgressões nunca prosperará, mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia.” (Pv.28:13)

 

Precisamos de um estilo de vida de confissão, onde entendemos que temos um Deus misericordioso, que não nos trata como nós merecemos, mas que entende nossas fraquezas e nos ama mesmo assim. Um Deus que nos valoriza e que nos dá oportunidade de recomeçar todos os dias.

 

“Vinde pois e arrazoemos, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados são como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve, ainda  que são vermelhos como o carmesim, tornar-se-ão como a lã.”( Is. 1: 18)

 

“Este é o pacto que farei com eles depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei as minhas leis em seus corações, e as escreverei em seu entendimento, acrescenta: e não me lembrarei mais de seus pecados e de suas iniquidades.” (Hb. 10: 16-17)

 

“Eu, eu mesmo, sou o que apago as tuas transgressões por amor de mim, e dos teus pecados não me lembro.” (Is. 43: 25)

 

ENTENDEMOS A PARTIR DESTES TEXTOS QUE A ÚNICA COISA QUE DEUS ESCOLHE ESQUECER SOBRE A NOSSA VIDA SÃO OS NOSSOS PECADOS… QUANDO NOS ARREPENDEMOS, CONFESSAMOS E ABANDONAMOS NOSSO PECADO ESTAMOS LIVRES, MAS MUITAS VEZES NÓS NÃO ESQUECEMOS DELES E OS FAZEMOS LEMBRADOS, PORQUE?

 

2 – NÓS PRECISAMOS NOS PERDOAR:

 

Se Deus, que é Deus nos perdoa, nós precisamos encontrar o caminho de perdoar a nós mesmo e  de nos libertarmos das culpas.

O sentimento de culpa traz condenação, opressão e angustia a nossa vida. Nos faz novamente escravos mesmo sendo livres.

“Conheces as nossas iniquidades, não escapam os nossos pecados secretos à luz da tua

presença” Sl.90:8

 

Davi  foi um homem que cometeu pecados muitos graves e que sofreu sérias consequências por cada um deles, mas Davi também encontrou um lugar de arrependimento e transformação diante do Senhor, ele se sentiu perdoado, livre e amado pelo Senhor e isso foi para esse uma força para perseverar na sua caminhada com Deus, a ponto de ser chamado um homem segundo o coração de Deus. E Davi escreveu algo sobre isso no Salmo 32:

 

“Como é feliz aquele que tem suas transgressões perdoadas e seus pecados apagados! Como é feliz aquele a quem o Senhor não atribui culpa e em quem não há hipocrisia! Enquanto escondi os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer. Pois de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; minha força foi se esgotando como em tempo de seca. Então reconheci diante de ti o meu pecado, e não encobri as minhas culpas. Eu disse:  ‘Confessarei as minhas transgressões ao Senhor’, e tu perdoaste a culpa do meu pecado.” (Sl 32:1-5)

 

Quando não aceitamos esse perdão do fundo do nosso coração, pela fé, não usufruímos da alegria que Deus deseja compartilhar conosco.

 

O que fazer então ?

 

“Confessai as vossas culpas uns aos outros, e orai uns pelos outros, para que sareis: a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” Tg. 5: 16

 

Muitas vezes o caminho para nossa cura é confessar a um irmão mais maduro nossas culpas e pecados, para que assim ele possa nos ajudar, orando conosco e sendo um instrumento de Deus na nossa restauração e cura.

Se você sente ainda tem sentimentos de culpa em seu coração, por erros do passado, ou mesmo coisas recentes, erros no seu casamento, com seus filhos, nos trabalho ou mesmo no ministério… Se você foi um líder e acabou abandonando seu chamado por falhas suas ou dos outros e até hoje isso não está resolvido em seu coração, porque são lembranças duras e que te geram sofrimento, você não se perdoou pelos próprios erros, procure alguém ainda nessa semana, venha conversar conosco, e seja livre! Busque sua libertação, dando um passo em direção a sua cura!

 

A Convicção do amor de Deus nos livra da culpa

 

“Porque Cristo, estando nós ainda fracos, morreu a seu tempo pelos ímpios. Porque apenas alguém morrerá por um justo; pois poderá ser que pelo bom alguém ouse morrer. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando  ainda éramos pecadores. Logo muito mais agora, sendo justificados pelo seu sangue, seremos por Ele salvos da ira. Porque se nós, sendo inimigos, fomos reconciliados com Deus pela morte do seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida.” Rm. 5: 6 – 10

 

A tendência do ser humano é busca merecimento, é achar que Deus nos trata como nós tratamos uns aos outros, quando na verdade nosso padrão deve ser Deus , não o ser humano.

Deus não nos trata como nós merecemos, nos trata muito melhor, não merecemos seu amor, mas por causa da sua grande misericórdia Ele nos ama, nos aceita e nos deseja bem pertinho dEle.

Quando conseguimos separar a verdadeira realidade do amor, da aceitação e do perdão de Deus, da nossa realidade que ainda tem enganos  nós encontramos também a libertação das nossas culpas no perfeito amor do Pai

 

3 – PERDOANDO UNS AOS OUTROS

 

Até aqui compreendemos que Deus nos perdoa, que nEle encontramos força e um caminho para perdoarmos a nós mesmos e sermos livres de toda culpa, mas ainda existe um último ponto, que não é menos importante, é também fundamental… Precisamos perdoar aqueles que erraram conosco, aqueles que nos feriram, magoaram, aqueles que na nossa visão não merecem nosso perdão.

 

Este é um assunto vasto e muitas vezes polêmico, mas com certeza a falta de perdão é um grande responsável por quebra de relacionamentos familiares, perdas de amizades, conflitos dos mais diversos, angustias, aflições e doenças emocionais e físicas…

 

Perdão é uma escolha,  é a única escolha…

 

Já vimos que Deus nos amou e estendeu o perdão a nós quando ainda não merecíamos, e da mesma forma que fomos perdoados por Ele, somos também desafiados a perdoar. Creio que o único caminho para o verdadeiro perdão é compreender o perdão e a graça de Deus!

 

Em Mateus 18: 23-35 encontramos uma parábola que Jesus contou aos seus discípulos a respeito do perdão, logo depois que Pedro lhe perguntou até quantas vezes era necessário perdoar o pecado de um irmão, e Jesus lhe respondera: “Setenta vezes sete”! Quanto isso dá? 490 vezes!!  ( Já ouvi um pregador falando que provavelmente Jesus estava pensando no casamento quando respondeu essa pergunta, porque qual é o relacionamento mais próximo e duradouro que o ser humano deveria ter senão o casamento?)

 

Certamente nosso desafio de perdão é diário dentro da nossa família, com nossos filhos, pais, marido, esposa… Porque as pessoas que mais amamos serão sempre as que mais nos machucarão. Podemos ficar muito irados com as pessoas de fora, ofendidos com colegas de trabalho, com irmãos da igreja ou de fora, mas quando a ofensa vem de dentro da nossa casa a dor é muito diferente, ou não?

 

Voltando a parábola, ela conta a história de um homem que devia muito ao seu senhor, e como ele não tinha como pagar, seus filhos, mulher e o pouco que ele tinha seriam vendidos. Então ele se prostrou, se humilhou, clamou e como aquele senhor era realmente um homem generoso, foi movido de compaixão e concedeu perdão ao seu devedor.  Mas o que aconteceu logo adiante na vida daquele que acabara de receber o perdão da sua dívida?

 

Ele encontrou um outro vivente que este lhe devia, agora ele estava do outro lado, ele tinha o direito, e era uma dívida muito menor, o que ele fez, logo depois de ser perdoado? Agarrou o homem que lhe devia pelo pescoço sufocando-o, gritando que lhe pagasse o que devia… Este clamou da mesma forma, dizendo que iria pagar, mas ele não lhe deu ouvidos e com dureza o mandou para a prisão…

 

Mas o que ele não contava era que o seu senhor ficaria sabendo do acontecimento, e quando isso aconteceu ele foi chamado e confrontado e ele ouviu a pergunta: “Não devias tu igualmente ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?” Assim aquele homem foi entregue aos atormentadores até que pagasse tudo o que devia.

 

Jesus terminou essa parábola dizendo no verso 35: “Assim vos fará também meu Pai celestial, se do coração não perdoardes cada um a seu irmão, as suas ofensas”.

 

Nós somos chamados para manifestar a Cristo sobre essa geração, para demonstrar o amor de Deus aos perdidos dessa cidade, a levar uma palavra de consolo aos aflitos, a levar libertação aos aprisionados e angustiados… Mas não cumpriremos nossa comissão sem  manifestar perdão aos da nossa própria casa, aos irmãos da nossa fé, aos nossos inimigos, àqueles que não merecem…

 

“Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se porém não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas”. Mt. 6: 14-15

 

A revelação do amor de Deus nos capacita para perdoar, quando nos sentimos parte do que Deus está fazendo nessa terra, quando entendemos que Deus procura aqueles com quem Ele possa compartilhar seus sentimentos, e decidimos ocupar esse lugar, o Espírito Santo, aquele que nos revela o coração de Deus, as coisas profundas e as riquezas do Pai, Ele nos capacita para liberar o perdão, Ele ameniza a nossa dor, Ele nos sustenta e nos consola, pois esse é o seu papel em nossa vida!

 

4- UMA OFENSA MAIOR

 

Talvez você guarde em seu coração uma ofensa mais difícil do que uma ofensa com uma pessoa… Talvez possa haver alguém aqui que guarde um ofensa com Deus. Você esperava que as coisas acontecessem de uma maneira em sua vida e não aconteceu… Você teve esperança, teve fé que alguma coisa seria resolvida e não foi, que alguém querido seu fosse curado ou vivesse e isso não aconteceu…

 

Essa também pode ser a sua oportunidade de acertar o seu coração com seu Pai que está nos céus, de reconhecer que os pensamentos dEle são mais altos que os seus, que seus caminhos são diferentes, que mesmo que você não sinta, a verdade é que Ele amo você e conhece todos os detalhes da sua vida e Ele se importa…

 

Deus importa com suas dores, com suas perdas, com seus fracassos, com suas tristezas… E ficar longe de Deus, guardar ofensa, fechar seu coração, não vai mudar nada, não vai mudar os sentimentos de Deus ao teu respeito, não vai atrair o castigo ou a ira divina, mas vai sim trazer sofrimento a você mesmo, suas angustias vão aumentar, suas dificuldades vão crescer…

 

Simplesmente porque nós não nascemos para viver sem Deus, não fomos criados para funcionar corretamente longe dEle, tudo dentro de nós entra em colisão, se choca quando  tentamos viver como se Ele não existisse… Porque existe um clamor dentro ser humano por experimentar realidade…

 

Existe um clamor por conhecer a verdade,  por fazer parte da história de Deus nessa terra, por sentir-se amado por Deus e pelas pessoas, por ser aceito independente de falhas ou fraquezas, por ter uma vida com significado, por conhecer algo maior…

 

5 – EXEMPLO DE ISAÍAS (Is.1-6)

 

 Isaías foi um dos grandes profetas do Antigo Testamento, ele viver na época dos Reis de Judá e ele falou a nação de Israel no nome do Senhor. Como entendemos, Deus procura aqueles com quem Ele possa compartilhar o seu coração, o que Ele pensa e sente, o que Ele está fazendo e o que deseja realizar nesse dias sobre a Terra.

 

Isaías foi um desses homens, que Deus encontrou com um coração aberto. Assim Deus começa mostrar a Isaías a situação daquele povo, a miséria espiritual na qual viviam, a idolatria e a imoralidade que estava consumido as suas vidas e trazendo desgraça, Deus fala a Isaías sobre o seu juízo, mas Deus também fala de esperança, de oportunidade de transformação, de um convite para uma vida melhor com Ele. Já no primeiro capitulo está o verso que diz que mesmo que os pecados fossem como a escarlata se tornariam brancos como a neve.

 

Mas algo mais acontece no capítulo 6:

 

“No ano em que morreu o rei Uzias, eu vi o Senhor assentado sobre um alto e sublime trono, e o seu séquito enchia o templo.  Os serafins estavam acima dele; cada um tinha seis asas: com duas cobriam os seus rostos, e com duas cobriam os seus pés e com duas voavam. E clamavam uns para os outros, dizendo: Santo, Santo , Santo é o Senhor dos Exércitos: toda a terra está cheia da sua glória.

E os umbrais das portas se moveram com a voz do que clamava, e a casa se encheu de fumaça. Então disse eu: Ai de mim, que vou perecendo! Porque eu sou um homem de lábios impuros e habito no meio de um povo de impuros lábios: e o meus olhos viram o rei, o Senhor dos Exércitos!

Mas um dos serafins voou para mim trazendo na sua mão uma brasa viva, que tirara do altar com uma tenaz; E com ela tocou a minha boca, e disse: Eis que isto tocou os teus lábios, e a tua iniquidade foi tirada, e purificado o teu pecado.

Depois disto ouvi a voz do Senhor que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então eu disse: Eis-me aqui, envia-me a mim. Então Ele disse: vai e dize a este povo…”

 

O que acontece de tão especial com Isaías? Ele já é um profeta do Senhor, já tem um relacionamento com Deus, já é usado para falar sobre o perdão de Deus sobre os pecados de Israel e sobre o desejo de um concerto. Mas de repente acontece uma marca na vida dele, que causa um “antes e depois”, como um divisor de águas!

 

Isaías tem uma visão do trono de Deus, seus olhos se enchem da realidade do céu, da beleza, das cores, da vida, da glória que habitam naquele lugar. Ele contempla a santidade de Deus, e isso também faz com que ele perceba seu pecado, suas fraquezas e impurezas e quem Ele é não combina com o que Ele viu!

 

Ele se vê como um homem de lábios impuros que habitava no meio de um povo impuro como ele. Então um dos anjos vem e toca seus lábios com uma brasa viva e ele recebe o perdão de Deus! Ele confessa seu pecado,  e Ele é purificado! Então o Senhor lhe pergunta: Quem fará parte da salvação, da cura e da libertação desse povo? Quem irá até eles em meu nome? Quem os ajudará a compreender e ver a minha glória?

 

Isaías agora vinha de um novo lugar, de uma experiência intensa com o Senhor, Ele fora tocado, ele fora liberto, ele havia contemplado a santidade de Deus e entendido que Ele não era como Ele, e conhecer o coração de Deus sempre provocará em nós o desejo que ser igual, sempre nos fará caminhar para ser resposta ao clamor que há nesse coração, e o coração de Deus clama por vidas, por salvação sobre essa terra! Isaías foi tocado para tocar a outros, sua vida a partir dali foi intensa em revelação, em poder, em palavras de confronto, redenção e reconciliação!

 

CONCLUSÃO

 

 “Esqueçam o que se foi; não vivam no passado. Vejam, estou fazendo uma coisa nova! Ela já está surgindo! Vocês não o percebem? Até no deserto vou abrir um caminho e riacho no ermo!” (Is.43:18-19)

 

“Portanto, se alguém está em Cristo, é nova criação. As coisas antigas já passaram; eis que surgiram coisas novas!” (II Co. 5: 17)

 

Um dos sinais que estamos vivendo em Cristo é que estamos em constante transição, em constante mudança…. Se você não perdoava, agora você está aprendendo a perdoar, se antes você mentia, agora você mente cada vez menos, até que daqui a pouco não mentirá mais…  Se você sempre falava mal das pessoas, vai se treinar a ver as coisas boas sobre e essas pessoas e mudar sua linguagem, se você vivia murmurando, vai aprender a ter gratidão e a usar sua boca como voz profética sobre as situações difíceis que te cercam! E assim por diante…

 

Você vai vencer, vai deixar para trás as coisas que precisam ser deixadas e vai tomar em suas mãos o novo de Deus! Você vai ser tornar luz sobre essa terra e vai compartilhar aquilo que você recebeu de Deus! Vai ser livre para caminhar para o próximo ano com novas decisões, novos sonhos, para frutificar e perseverar em suas escolhas excelentes!

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